sábado, 1 de dezembro de 2018




Seu Nome  ... GOIÂNIA

Rosângela Rosa Lopes              
(Rô Lopes)

Jovem bonita donzela
Usa cores de eterna primavera
Vai dosa mente adornada
Por ouro, prata e lindas flores
Jovem de muitos poetas
Muitos músicos
Muitos amores

Encanta...
Pelo encanto da delicadeza
Vive no planalto central
Rodeada pelo cerrado
De grande nobreza
Tem em si o céu estrelado
A brisa na virada do dia
É formosa linda... Gentil

Abraça conquistando todos
Que a ela se chegam
É tão nova...
Cheia de belezas mil
Seu nome é Goiânia
Capital do estado de Goiás
Nasceu e cresce lindamente
No coração do Brasil

(Alimento Alma Brasileira - 80 anos da capital)

domingo, 16 de dezembro de 2012

NATAL

















Sedenta...




Sedenta...
     Rô Lopes

Estou sedenta de beijos
Que podem ser trocados,
Roubados, molhados, abrasados.
Que sacie o meu querer
E tem que ser bem caprichado!

Quero beijos colados que nem se respira,
Beijos entrelaçados daqueles que o peito suspira
De paixão, de desejo, com vontade... Abrasado
Um beijo bem demorado, picante,
Com tempero de pecado.

Também quero beijos de mansinho
Repletos de ternura meiguice e muito carinho
Selados, doces e insinuados
Afetuosos e brandos beijinhos...

Anseio beijos demorados
Com carícias mil e inovados
Beijos sem fronteiras, impulsionados
Daqueles de adolescentes, de eternos namorados!

Dizem de um beijo gostoso,
Ele é o beijo paixão
Você fica em euforia, chega perder o fôlego
E acelera arritmicamente o coração.

Estou sedenta de beijos sem pudor
Com sentimento, doçura, frenesi e ardor!

E por falar tanto em beijo
Senti dentro de mim um furor
Porque estes beijos que eu quero
São só os teus... Meu amor!

Vontade dos teus beijos...
Sedenta!

(Alimento Alma Brasileira/2009)



Um Tango

Rosângela Rosa Lopes
(Rô Lopes)


Venha!
                                                        
Vamos dançar um tango                            
E me dispa no salão

(Com)passo cadenciado
Lindo tango aveludado
De um colorido sutil

Sorrindo como as rosas
Sob o céu azul anil

Venha!

É o tango que ensandece
O envolver das mãos
O fitar de olhos
Falso rubor nas faces
O entrelaçar das pernas
O envolver intimidades
E o deslizar no salão

Tomando olhares atentos
Como águias no céu
Rompendo a imensidão

É um tango, somente um tango
Disfarçado de alegria
Onde pares se trejeitam
Com lindas alegorias

Por que em sua essência
O tango esconde a mais aflitiva melancolia

O tango... É um trivial simples
Da tristeza do dia-a-dia...

Antes... Dança de bordel
Hoje... De iluminados salões
Nasceu num cabaré
Domando corações

De bordel, de cabaré...
De salão, um par... multidão...
Solitário? Não sei a razão!

O tango me faz esquecer
Aquele (ser) que um dia amei.

Desnude-se... É só começar
Há muito me desnudei

Um tango... Somente um
Dê-me a honra.
Vamos bailar!

(Alimento Alma Brasileira/2009)





O tempo do tempo     

Rosângela Rosa Lopes 
(Rô Lopes)

O tilintar das taças
O bailar a valsa
O selo de um beijo
Início de vida a dois

Champanhe a borbulhar
Ocasião... Comemorando,
Felicidades a desejar,
Momento especial... Amando!

Um gole sorvendo o mel
Lábios a se deliciar
Envolvendo estrelas do céu
Um par de taças a brindar.

Instantes de verdades,
Momentos de saudades,
Tanto a recordar...

Passado relembrança,
O tempo foi... Sem avisar,
Agora... Fagulhas de esperança.

Risadas, choro, emoção,
Momentos ardentes de paixão,
Instantes que foram marcados
Ressurgiram no coração.

Nada vai retornar,
O tempo veio a mostrar
O tempo do tempo

A idade de sonhos e ilusão 
É hoje... Tão-somente...
Uma doce ou triste
Recordação!

(Alimento Alma Brasileira/2009)



A Madrugada e o Amor
Rosângela Rosa Lopes
(Rô Lopes)
                                      

Madrugada rompendo aurora
Lua ainda em fulgor
Quando te vi naquele instante
Coração disse: é o amor

Aproximou-se da janela sorrindo
No ímpeto de meus lábios beijar
A brisa cumplice bailou
Abrindo porta... Convite a entrar

Fitei teus olhos envolventes a me olhar
Estremeci tamanha emoção
Vi neles a profundeza do mar

Ah! Como envolveu minha alma
Arrancando-me do cárcere da solidão

Afagou-me em abraço com calma
Que delicioso carinho... Sensação

Embeveci com sua boca delineada
Esculpi meus lábios aos seus
Agradeci a noite a despedir

Pássaros cantando... 
Amanheceu!

Nós somos enamorados a sorrir
O amor o tempo venceu...

Madrugada... Brisa
Bocas... Olhares... Abraços
Despertar de um amanhecer

Amor vencendo o tempo

Enamorados...
Esculpidos beijos

Eu sou tua...
Você é meu!

O tempo se foi...
O amor venceu!

(Alimento Alma Brasileira/2009) 



Foram pérfidos
Rosângela Rosa Lopes)
Rô Lopes


Alguns lábios beijei
Muitos ou poucos não sei
Beijos pérfidos que no passado ficaram
E agora... Relembrei.

Por que...

Daqueles lábios 
Que nos meus tocaram
Não foram beijos de amor
Enganei-os e me enganaram

Sedução (risos)

Beijos, lábios, 
São carícias alvoroçadas

Não sinto saudades

Pra trás ficaram, 
Se foram em revoadas

Beijos, toques, são palpitantes
Sei que não amei e nem me amaram...
Amantes


Sentimentos (risos)

É muito bom o que sinto agora
É insano sutil e ardente
Sentimentos se misturam e me enamora
E o beijo que me estremecerá?

Estrela cadente.

Seus beijos...
Seus lábios...

Você!

 (Alimento Alma Brasileira/2009)